No reconhecimento de mim próprio
Começo a restaurar as forças
Que me foram retiradas de uma vez só
Hoje sou capaz de resistir ao ópio
De ignorar pessoas ocas
De resistir ao suster da respiração
Existem pessoas que não conhecemos
E que a certa altura cimentam os nossos medos
Abrem-nos a porta
À qual nós estamos retinentes
Certas pessoas são incoerentes
E com isso teremos de viver para sempre
Sofrer é um estado
Nunca um ser integrado
Fui materialista
Mas todos me tornaram humanista.
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