As inoperâncias dos sentimentos
Mecanizam-se em tormentos
A chama que outrora alimentou
Hoje consome-me e a dor chamou
Sem conseguir esquecê-la
Sou como um barco sem vela
A deriva e à mercê das intempéries
Que nenhuma tagide consegue amenizar
Sou então um ser condenado
Que tudo o que quis foi ser amado
Porque a conquistei e no meio da neblina
Fui acabar prostrado perante esta v ida?
Tinha o sonho de viver
E antes dela perecer
Pois ela era o sol e a energia cristalina
Que movia este corpo que agora jaz morto
Se eu podesse voltar atrás fazia tudo igual
Pois ela para mim era o meu todo e ideal.
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)

Sem comentários:
Enviar um comentário