Na insolubilidade do meu tacto
Reflecte-se a minha angústia
Que por estes dias é constante
E ao amor próprio obstante
Sempre fui eu próprio
Agora flutuo como um oscilóscopio
Que insensatez a minha
Falta de sabedoria previa
E quando perto do mar senti que a perdia
Devia ter soltado a guia
Seguir o meu coração
E não afundar-me em introspecção
A cor dos seus olhos
Chama-me a antenção
Mas por dentro não aceito perdão
Fico assim largado à solidão.
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)

Sem comentários:
Enviar um comentário